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  • Dia dos Pais Literário


    Olá, amigos leitores!

    Hoje começamos mais uma promoção em conjunto com os nossos blogs amigos para dar aos nossos seguidores livros de presente no Dia dos Pais. Ah, mas você não é pai??? Tudo bem, não esquenta! Isso é só um pretexto porque a gente gosta mesmo é de ver os nossos seguidores felizes!!!

    Veja as regras abaixo e participe!!

    O perfume da folha de chá, Dinah Jefferies



    Sinopse: Em 1925, a jovem Gwendolyn Hooper parte de navio da Escócia para se encontrar com seu marido, Laurence, no exótico Ceilão, do outro lado do mundo. Recém-casados e apaixonados, eles são a definição do casal aristocrático perfeito: a bela dama britânica e o proprietário de uma das fazendas de chás mais prósperas do império. Mas ao chegar à mansão na paradisíaca propriedade Hooper, nada é como Gwendolyn imaginava: os funcionários parecem rancorosos e calados, e os vizinhos, traiçoeiros. Seu marido, apesar de afetuoso, demonstra guardar segredos sombrios do passado e recusa-se a conversar sobre certos assuntos. Ao descobrir que está grávida, a jovem sente-se feliz pela primeira vez desde que chegou ao Ceilão. Mas, no dia de dar à luz, algo inesperado se revela. Agora, é ela quem se vê obrigada a manter em sigilo algo terrível, sob o preço de ver sua família desfeita.

    O perfume da folha de chá
    Dinah Jefferies
    Tradução: Alexandre Boide
    Ano: 2017
    Páginas: 432
    Editora: Paralela

    Quando soube da existência desta obra a primeira coisa que me chamou a atenção foi a capa! Pode parecer estranho, pois quem me conhece sabe que este é um dos detalhes que observo por último em um livro; mas esta capa em especial me levou para a trama do livro, da personagem e fiquei bastante interessada. Minha vontade aumentou quando li a sinopse e vi que se tratava de um livro que trazia temas como maternidade, família e relacionamento amoroso. Além disso, o recuo histórico foi um outro ponto positivo que me cativou e todos estes elementos fizeram com que a leitura de O perfume da folha de chá fosse uma aventura agradável e prazerosa. Vamos conhecer um pouco mais sobre esta história?

    Desconstruindo Una, por Una

    Sinopse: West Yorkshire, 1977. Um assassino em série está aterrorizando o pequeno condado inglês, e a polícia encontra dificuldade em resolver o caso – mesmo tendo interrogado o assassino (sem o saber) nada menos que nove vezes. Enquanto a história se desenvolve ao seu redor, Una, então com 12 anos, vivencia uma série de atos violentos pelos quais se culpa. Por meio de um entrelace de imagem e texto, Descontruindo Una examina o significado de se crescer em meio a uma cultura na qual a violência masculina não é punida ou questionada. Com uma retrospectiva de sua vida, Una explora sua experiência e se pergunta se algo realmente mudou, desafiando a cultura que exige que as vítimas de violência paguem por ela.





    Autora: Una

    Tradutora: Carol Christo

    Editora: Nemo

    208 páginas 

    Apesar de ser um quadrinho, o tema trazido por Desconstruindo Una faz dele um livro que só conseguimos ler aos poucos. É denso e forte e, muitas vezes, parei a leitura para respirar, para sair daquele local de dor e de sofrimento onde a leitura me colocava. Mesmo assim, a leitura de Desconstruindo Una é altamente necessária e atual. Fala da violência contra a mulher e do sofrimento que se é viver num mundo machista e misógino como o nosso. A história se passa entre os anos de 1975 e 1980, anos que coincidem com o fim da infância e os primeiros anos da adolescência de Una, em Leeds, Inglaterra. Nesta região os habitantes conviveram com o terror trazido por um psicopata que violentava e matava mulheres, Peter Sutcliffe, que ficou sendo conhecido como o Estripador de Yorkshire. Ele foi acusado por matar pelo menos trinta mulheres e tentar matar outras sete.



    Pensei que fosse verdade, Huntley Fitzpatrick

    Sinopse: Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é.


    Pensei que fosse verdade
    Huntley FitzPatrick
    Tradutora: Heloísa Leal
    Ano: 2016 
    Páginas: 335
    Editora: Valentina

    O que você vai ser quando você crescer? Esta é uma pergunta que ouvimos desde que somos bem pequenos e desde então já se instaura em nós esse desejo do sucesso e de ser diferente também da realidade em que fomos criados. A adolescência é a fase em que esse desejo e mais mil outras coisas batem acelerado em nosso coração e tudo acontece ao mesmo tempo e sem trégua. Com Gwen Castle não foi diferente.

    Ela tem 17 anos e é descendente de imigrantes portugueses. Vive com sua família na pequena ilha Seashell, muito procurada no verão para turismo. É a filha mais velha e ainda faz pequenos trabalhos para também ajudar a família, composta pelo pai, que é dono de uma lanchonete; a mãe, que é faxineira; o irmão, que tem necessidades especiais e há também o avô e o primo. Embora todos os personagens familiares não pertençam ao mesmo núcleo, podemos enxergar uma família forte, nutrida por laços de cuidado, apesar dos desencontros que sempre fazem parte do cotidiano.